segunda-feira, 24 de julho de 2017

Raquel Recuero, pesquisadora das redes sociais


http://www.raquelrecuero.com/

Formada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas - UCPel e em Direito pela Universidade Federal de Pelotas - UFPel, com mestrado e doutorado em Comunicação e Informação tem uma extensa trajetória nas áreas de redes sociais e comunidades virtuais na Internet, conversação e fluxos de informação e capital social no ciberespaço e jornalismo digital.

Raquel Recuero, nascida em 1977, em Pelotas, Rio Grande do Sul, é professora e pesquisadora da Universidade Federal de Pelotas e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS. No entanto, trabalhou em empresas como Google, MySpaceLolapps, AG2, ESPM, Media Lab, dentre outras.
Suas áreas de maior interesse são discurso mediado por computador, redes sociais e comunidades virtuais na Internet, conversação e fluxos de informação, data science e métodos de pesquisa para mídia social. Atuou também junto ao Curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas por 15 anos.

Apesar de ainda jovem, Raquel acumula  extensa trajetória de estudos sobre o tema, sendo que sua primeira abordagem sobre o assunto se deu no final dos anos noventa. Sua Dissertação de Mestrado discutiu a partir de um canal  do Internet Relay Chat (IRC), um protocolo de comunicação utilizado na Internet que era utilizado basicamente como bate-papo (chat) e troca de arquivos, permitindo a conversa em grupo ou privada que serviu de mote para a tematização da questão.

Conhecida e respeitada nas áreas de Ciências Humanas e Sociais, a pesquisadora brasileira dedica-se a aprimorar a percepção e a compreensão das mudanças na comunicação no ciberespaço, tendo lançado o livro Redes Sociais na Internet pela editora Sulina, em 2009.

A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet é seu mais novo livro. Na obra, a pesquisadora afirma que as ferramentas computacionais há muito deixaram de ser apenas isso: ferramentas, evoluindo para serem "espaços conversacionais" importantes, já que os usos que fazemos delas reelaboram a conversa, e esta passa a ter outras feições. 


* Por Onofro Martins Alves, acadêmico do curso de bacharelado em jornalismo da Universidade do estado de Mato Grosso - Unemat - Alto Araguaia MT.

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