Sérgio Amadeu da Silveira é sociólogo. Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), o pesquisador é mestre e doutor em Ciência Política (USP).
sábado, 15 de dezembro de 2018
Adriana Amaral, Prof. pesquisadora em comunicação e cultpop
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Crédito: @adriaramaral |
por Yasminy Silva
Adriana Amaral nasceu em 8 de agosto de 1975. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, em 1998, pela PUCRS. É mestre e doutora em Comunicação Social, respectivamente em 2002 e em 2005, pela mesma instituição, sendo que fez doutorado sanduíche em Boston College. Seu Pós-Doutorado se deu na University of Surrey, Inglaterra. Domina três línguas, francês, inglês e espanhol. É professora do Programa de Pós-Graduação de Comunicação na Unisinos e é pesquisadora do CNPq.
Alex Primo, pesquisador na área de interatividade
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Alex Primo, pesquisador | Crédito: site Alexprimo.com |
Por Sérgio Silva
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
Sites e suas diversas possibilidades interligadas
Interações em Rede - Alex Primo

Por Sérgio Silva
A Obra Interações em Rede, organizada por Alex Primo, nos traz a experiência e a compreensão de como o cidadão interage com o
próximo através da utilização das tecnologias e como também se encaixa no mundo
globalizado do século XXI. A obra é baseada em estudos de diversos autores conhecidos na área da cibercultura, como Lúcia Santaella, Raquel Recuero, dentre outros. Primo organiza os capítulos do livro
em “nós” reconstruindo a ideia de participação do usuário na internet e
referindo aos pontos de ligações que existem e se conectam a outros no ambiente
cibernético.
O terceiro nó de Interações em Rede, traz artigo de Recuero, nomeado como“Atos de Ameaça à Face e à Conversação em Redes Sociais na Internet”. O conteúdo trabalha com
relacionamentos entre os usuários por meio da utilização da máquina e suas
tecnologias. Ou seja, o perfil que cada pessoa constrói por meio internet, os
seus gostos, sua base política e cultural e principalmente sua interação com os
demais usuários, como críticas e opiniões.
Software Livre
por Aline Pio
O que está em jogo? é o primeiro capítulo do livro “Software Livre: A luta pela liberdade do conhecimento”, de autoria de Sérgio Amadeu da Silveira, sociólogo e professor universitário. Ele é mestre e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP).
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Esta foto foi tirada do livro software livre |
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
Dificuldades,erros e acertos na hora de desenvolver o TCC
por Dênis Moreira Neves
O TCC é um trabalho de pesquisa obrigatório que serve como avaliação final do curso superior. Ele deve ser escrito de forma dissertativa, iniciando o acadêmico na área da pesquisa científica.
O projeto de TCC é dividido em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Mas antes de começar o trabalho, tem a parte mais difícil que seria a escolha do tema.
Para escolher um tema correto e aceitável,o acadêmico precisa se fazer três perguntas e essas devem ser respondidas positivamente.
O TCC é um trabalho de pesquisa obrigatório que serve como avaliação final do curso superior. Ele deve ser escrito de forma dissertativa, iniciando o acadêmico na área da pesquisa científica.
O projeto de TCC é dividido em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Mas antes de começar o trabalho, tem a parte mais difícil que seria a escolha do tema.
Para escolher um tema correto e aceitável,o acadêmico precisa se fazer três perguntas e essas devem ser respondidas positivamente.
Você gosta do assunto?
você gastará inúmeras horas do seu dia escrevendo sobre o assunto e se ele não for de seu interesse talvez não consiga desenvolvê-lo tão bem.
Existe conteúdo suficiente sobre o assunto?
Precisa ficar atento se o assunto escolhido será de fácil pesquisa e se existem bastante livros ou conteúdos sobre o assunto, pois alguns temas não contam com referenciais teórico disponível.
O tema é relevante em nível acadêmico?
o assunto realmente é interessante para outras pessoas e de alguma forma ela contribui para ajudar alguém? se sim você está no caminho certo.
Pegando gancho nesse assunto os alunos do 8° semestre de jornalismo da Universidade do estado de Mato Grosso (UNEMAT) campus de Alto Araguaia, Farão suas defesas de TCC entre os dias 11 e 15 de dezembro dentro das dependências da Universidade. Apesar de alguns deles já terem iniciado o tcc desde 2016, ainda assim encontram dificuldades na realização do mesmo.
você gastará inúmeras horas do seu dia escrevendo sobre o assunto e se ele não for de seu interesse talvez não consiga desenvolvê-lo tão bem.
Existe conteúdo suficiente sobre o assunto?
Precisa ficar atento se o assunto escolhido será de fácil pesquisa e se existem bastante livros ou conteúdos sobre o assunto, pois alguns temas não contam com referenciais teórico disponível.
O tema é relevante em nível acadêmico?
o assunto realmente é interessante para outras pessoas e de alguma forma ela contribui para ajudar alguém? se sim você está no caminho certo.
Pegando gancho nesse assunto os alunos do 8° semestre de jornalismo da Universidade do estado de Mato Grosso (UNEMAT) campus de Alto Araguaia, Farão suas defesas de TCC entre os dias 11 e 15 de dezembro dentro das dependências da Universidade. Apesar de alguns deles já terem iniciado o tcc desde 2016, ainda assim encontram dificuldades na realização do mesmo.

o tema de seu TCC é a divulgação cientifica / jornalismo cientifico e na área de educação.
Para seu trabalho de conclusão de curso os alunos Letícia Pina e Fabio Pires escolheram
desenvolver um documentário que tem por base a teoria das inteligencias múltiplas do
psicologo americano Howard Gardner eles iniciaram a pesquisa desde 2015
e durante o processo foi um longo percurso de pesquisa onde eles moldaram
o documentário tendo como base a teoria das múltiplas inteligencias e trazendo também
autores de outros estudos a respeito da cognição humana.
No documentário ele procuram investigar como é a vidas dessas pessoas
que possuem determinadas inteligencias, como lidam com elas e em que fase da vida
descobriram possui-las.
desenvolver um documentário que tem por base a teoria das inteligencias múltiplas do
psicologo americano Howard Gardner eles iniciaram a pesquisa desde 2015
e durante o processo foi um longo percurso de pesquisa onde eles moldaram
o documentário tendo como base a teoria das múltiplas inteligencias e trazendo também
autores de outros estudos a respeito da cognição humana.
No documentário ele procuram investigar como é a vidas dessas pessoas
que possuem determinadas inteligencias, como lidam com elas e em que fase da vida
descobriram possui-las.
Justa toda forma de amor
Casamento lésbico
Alto Araguaia realizar o primeiro casamento Homoafetivo.
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Créditos: Átila Oliveira
Momento da troca das Alianças.
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Após
cinco anos da resolução do CNJ, Alto Araguaia realiza primeiro casamento homoafetivo.
Ong acredita que índice de casamentos em Mato Grosso ainda é baixo devido ao
preconceito
Por Marcos Augusto/ Da Redação
Celebrar o amor com festa, reunir os
amigos e familiares e realizar a lua de mel após legalizar a união com a pessoa
amada em seu casamento, certamente é um momento sonhado por pessoas de ambos os
sexos. Porém, até pouco tempo esses direitos eram proibidos à comunidade LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis,
Transexuais, Transgêneros, Queer).
Somente neste
ano aconteceu o primeiro casamento homoafetivo em Alto Araguaia (415 km
de Cuiabá), cidade localizada no sul de Mato Grosso. A realização deste ato
representa décadas de lutas em busca de conquista de direitos da comunidade
LGBTQ. Em 14 de maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou a
resolução 175, que reconheceu que o casamento é um direito de qualquer cidadão,
independente de sua orientação sexual, religião, etnia, e deve ocorrer sem
distinção. A decisão foi baseada no artigo 5º da Constituição Federal
Brasileira: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza
(...)”
Após cinco anos da resolução foi
realizado no dia 17 de agosto, no Cartório do 2º Oficio de Alto Araguaia, o
primeiro casamento homoafetivo da cidade entre duas
mulheres, Maria Camila Gimenes
Saraiva, 27, e Geiza Gimenes Saraiva, 43. Elas se conheceram em uma festa e estão
juntas há quase três. A cerimônia no cartório contou com a presença de amigos e
familiares que acompanharam a trajetória do casal.
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Crédito: Átila Oliveiras
Amigos reunidos para celebração do casamento de Camila Saraiva e Geiza Saraiva. |
Para Camila, que é estudante de Direito,
o casamento é um ato importante para qualquer família que deseja construir um laço
matrimonial, seja ela homoafetiva ou heteronormativa. Porém, é importante ressaltar que para a
comunidade LGBTQIA, essa conquista simboliza algo maior. “Nós nos sentimos
honradas em ser o primeiro casal gay a casar em Alto Araguaia. Mas sabemos que
a realização desse sonho só foi possível porque muitas pessoas travaram grandes
batalhas, e foi graças a essas batalhas que hoje estamos aqui celebrando essa
conquista”, relata.
Os casamentos homoafetivos e
heteronormativos têm os mesmos direitos, ritos e exigências para realização.
“Os requisitos para a habilitação do casamento são os mesmos que a lei
estabelece e que qualquer casal que queira um casamento civil tem que se
submeter. É importante que o casal homoafetivo procure o cartório para
esclarecer suas dúvidas’’, relata o responsável do Cartório André Luiz Bispo.
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Crétidos; Átila Oliveira
Momento da oficialização do casamento |
De acordo com dados Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2013 e 2016, foram
realizados cerca de 19 mil casamentos homoafetivos no país. Em Mato Grosso foram
registrados 77.
Para a ONG
Livremente, de Cuiabá, o baixo índice
de casamentos entre pessoas do mesmo sexo no estado se dá devido ao preconceito
da população. “Acreditamos que o número de união estável em Mato Grosso seja
maior, porém as pessoas não tornam publico por conta do preconceito, pois
vivemos em uma sociedade heteronormativa”, relata a ONG.
Atualmente no
Brasil, a luta da comunidade LGBTQI+ tem sido pela aprovação do projeto de Lei
da Câmara (PLC) 122/2006, que criminaliza a homofobia em todo território
brasileiro. Hoje a cada 19 horas um LGBTQI+ é morto no Brasil por homofobia,
sendo assim considerado o país que mais mata LGBTQI+ no mundo.
Enxadristas participam pela primeira vez de competição de Xadrez representando Alto Araguaia
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Enxadristas disputando competição. FOTO: Reprodrução |
Ana Clara de Souza / Da Reportagem
O torneio foi realizado através da parceria entre Governo do Estado e Federação Mato-grossense de Xadrez.
Os Jogos Escolares da Juventude 2018 da etapa Estadual
aconteceram na cidade de Diamantino (MT) nos dias 12,13 e 14 de outubro.
Contando com a presença inédita de enxadristas de Alto Araguaia na competição.
Ao todo 12 município participaram do evento, a delegação araguaiense foi
representada por dois enxadristas, um técnico e o motorista cedido pela
prefeitura municipal.
Os enxadristas que competiram pelo município fazem parte do
projeto “Xadrez na Sala de Aula”, Luiz Gustavo Viana de Oliveira de 14 anos e
Gustavo Pozzebom Carvalho de 13 anos, estudam na Escola Estadual Maria
Auxiliadora onde o projeto tem sido desenvolvido.
Desempenho
dos enxadristas Araguaiense
Os
enxadristas participaram em dois torneios, primeiro o convencional de xadrez,
com duas horas de partida, garantindo vaga para os jogos escolares da juventude
nacional 2018. A classificação final dos enxadristas de Alto Araguaia foi o 8°
lugar para Luiz Gustavo e em 10° lugar para Gustavo Pozzebom. Na outra
modalidade de torneio, o Blitz, com duração de partida de 10 minutos o
resultado final foi o seguinte; 5° lugar para o enxadrista Luiz e 8° lugar para
Gustavo.
O
professor Luciano Rodrigues Pereira e técnico da dupla avalia como positiva a
participação dos enxadristas. “A participação dos enxadristas Araguaiense foi
muito boa, ainda mais sendo a primeira participação dos mesmo em uma competição
oficial. Vale ressaltar o empenho da atual administração do município em
possibilitar a nossa participação no evento”, pontua o técnico.
Vale lembrar que essa é primeira participação de Alto
Araguaia nos Jogos Escolares da Juventude na modalidade xadrez e só foi
possível através do projeto “Xadrez na Sala de Aula”, desenvolvido pelos
professores de matemática Luciano Rodrigues, Doroti Aparecida Soares, Lucidaria
Paes, Cristiane de Oliveira, professora de História e ensino Religioso Carla
Borges. Destacando também a participação voluntária do Sargento
Parreira da Policia Militar de Mato Grosso do 13º batalhão.
Objetivo
do projeto
Democratizar
o acesso à pratica e à cultura do xadrez como instrumento educacional, visando,
o desenvolvimento dos alunos por meio da capacidade de atenção, memória,
raciocínio lógico, inteligência e imaginação.
Além
de permitir estabelecer vínculos ao aluno entre os conhecimentos e experiências
enxadrísticas a vida cotidiana, individual e social. Contribui para a
diminuição dos índices de evasão e repetência escolar, abordando a inclusão
educacional e social reduzindo o tempo de exposição de crianças e jovens em situações
de risco social. O projeto abrange todos os alunos do 3º ciclo
regularmente matriculado na escola Estadual Maria Auxiliadora.
domingo, 28 de outubro de 2018
Profissões são ameaçadas pelo avanço da tecnologia. Será o fim?
Por Monique Esposito de Souza
Com a modernidade, muitos hábitos e costumes da sociedade mudaram ou foram esquecidos devido à tecnologia, que se tornou mais presente nas últimas décadas, sobretudo no século XXI. Apesar da carroça de ter sido usada por um longo tempo como transporte pelas pessoas em lutas de gladiadores, na zona rural ou até mesmo nos contos de fadas, que eternizaram o “veículo” de abóbora de Cinderela, esse meio de locomoção ao que tudo indica está com os dias contados.
"Sério mesmo! Os carroceiros acabou.
Não existe mais!", declarou Arlindo.
Desde o aumento na produção de veículos automotores, seja para o transporte de mercadorias ou de pessoas, o que facilitou a mobilidade, desvalorizando o meio de tração animal. O carroceiro a mais de 30 anos, Arlindo Rosa Xavier, 64, conta como era no inicio de sua profissão e desabafa dizendo que hoje em dia ele só mantém a rotina por “moage” para não ficar para em casa.
Confira o vídeo:
Seu Arlindo acredita que quando ele e seus colegas encerrarem suas carreiras, não existirá mais a profissão de carroceiros. Isso porque os cavalos e as carroças ficaram no passado com a chegada dos veículos automotores e o avanço tecnológico que vive em constante transformação.
Pode me dizer que horas são? Teste de qualidade, ou melhor de reação. Você obviamente deve ter olhado o horário na telinha do seu Smartphone, se eu acertei você faz parte da modernidade, onde muitas pessoas aposentaram seus relógios após a chegada dos queridinhos da população mundial. Os que ainda são adeptos dos relógios, podem ser ainda por fazer parte do seu look do dia, até mesmo de seu estilo de vida.
Josué Costa Pereira, 47, herdou de seu pai ainda muito pequeno a profissão de relojoeiro. Há mais de 30 anos, mesmo com a baixa demando ele acredita que não vai acabar. “Acabar não, mais vai diminuir muito, né!? Muitas pessoas que trabalhavam de relojoeiro pararam, não trabalham mais!”, declara o relojoeiro.
O tempo não para... uns vem... outros vão... E a vida continua! Aos que resistem ao tempo e a tecnologia resta o amor e o apego a sua profissão. Que durante anos, até mesmo a tradição de família aquela passada de pai para filho, faz com que essa resistência seja ainda maior. Para superar a baixa demanda muitas vezes é preciso reinventar. Aproveitar o espaço dentro do comercio, vender outros acessórios para movimentar as vendas e garantir o sustento da família.
O filosofo e também agricultor familiar, Hélio Borges, 47, avalia que o homem não vive sem o uso das máquinas, da tecnologia, o que influencia na vida social e econômica da comunidade. Ouça no áudio abaixo:
O avanço tecnológico abre portas para novas profissões e muitas vezes coloca um fim as velhas. A tecnologia em si não é ruim para muitos, más talvez para outros seja um terror, que vem avançando a cada raia do sol. Saber aproveitar as novas oportunidades que ela oferece, pode ser uma saída visto que suas possibilidades são bem amplas.
Clique aqui, e dê uma espiadinha nas profissões do futuro. Ou se você tem curiosidade de saber quais profissões foram extintas chega para cá.
Seu Arlindo acredita que quando ele e seus colegas encerrarem suas carreiras, não existirá mais a profissão de carroceiros. Isso porque os cavalos e as carroças ficaram no passado com a chegada dos veículos automotores e o avanço tecnológico que vive em constante transformação.
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Ponto dos Carroceiros em Alto Araguaia-MT. Foto: Monique Esposito de Souza |
Pode me dizer que horas são? Teste de qualidade, ou melhor de reação. Você obviamente deve ter olhado o horário na telinha do seu Smartphone, se eu acertei você faz parte da modernidade, onde muitas pessoas aposentaram seus relógios após a chegada dos queridinhos da população mundial. Os que ainda são adeptos dos relógios, podem ser ainda por fazer parte do seu look do dia, até mesmo de seu estilo de vida.
Josué Costa Pereira, 47, herdou de seu pai ainda muito pequeno a profissão de relojoeiro. Há mais de 30 anos, mesmo com a baixa demando ele acredita que não vai acabar. “Acabar não, mais vai diminuir muito, né!? Muitas pessoas que trabalhavam de relojoeiro pararam, não trabalham mais!”, declara o relojoeiro.
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Josué afirma ter vários clientes, mesmo com a baixa demanda. Foto: Monique Esposito de Souza |
O tempo não para... uns vem... outros vão... E a vida continua! Aos que resistem ao tempo e a tecnologia resta o amor e o apego a sua profissão. Que durante anos, até mesmo a tradição de família aquela passada de pai para filho, faz com que essa resistência seja ainda maior. Para superar a baixa demanda muitas vezes é preciso reinventar. Aproveitar o espaço dentro do comercio, vender outros acessórios para movimentar as vendas e garantir o sustento da família.
O filosofo e também agricultor familiar, Hélio Borges, 47, avalia que o homem não vive sem o uso das máquinas, da tecnologia, o que influencia na vida social e econômica da comunidade. Ouça no áudio abaixo:
O avanço tecnológico abre portas para novas profissões e muitas vezes coloca um fim as velhas. A tecnologia em si não é ruim para muitos, más talvez para outros seja um terror, que vem avançando a cada raia do sol. Saber aproveitar as novas oportunidades que ela oferece, pode ser uma saída visto que suas possibilidades são bem amplas.
Clique aqui, e dê uma espiadinha nas profissões do futuro. Ou se você tem curiosidade de saber quais profissões foram extintas chega para cá.
Campanha outubro rosa foi realizada com sucesso em Alto Araguaia
por Davi Acácio Ferreira
Quando
chegamos no mês de outubro logo já vimos fachadas de hospitais,
lojas e outras tipos de instituições públicas ou privadas na
cor rosa tendo o objetivo de adotar a campanha outubro rosa . Desde
que a campanha la em Nova York no EUA foi adotada o Brasil também
aderiu a sair nas ruas fazer camisetas ,corridas,passeatas e eventos
tudo com tema rosado.
Durante
todo o mês, o principal objetivo da campanha Outubro Rosa busca
incentivar mulheres com idade entre 40 e 69 anos a fazerem os exames
mamográficos para prevenir a doença ou descobrirem um possível
diagnóstico de maneira precoce, de modo a aumentar as chances de
cura. De 1º a 31 de outubro, são realizadas palestras e a
distribuição de materiais informativos à sociedade para
conscientizá-la sobre os sintomas, tratamento, prevenção e
diagnóstico do câncer de mama.
Como
que a campanha é mundial ,nacional, estadual e municipal aqui em
nossa cidade de Alto Araguaia teve um evento realizado no dia 22 de
outubro entre as empresas Funerária Pax Social e O Boticário tendo
o objetivo de consciencizar as mulheres do publico alvo da doença e
relembrar que todos os anos elas devem passar por um médico
mastologista e fazer o autoexame em casa Leonardo Lacerda enfermeiro
de santa Rita do Araguaia que deu a palesta abordou várias dicas
importantes da campanha sendo uma delas sobre quando a mulher sentir
forte odor vindo dos seios e notar um aspecto de casca de laranja e
sempre bom ela procura um médico do seu psf ou particular.
O
câncer de mama afeta ao menos 1 mulher no grupo de 8 mulheres. para
a fonoaudiologia Shirley Lopes a mulher diagnosticada com a doença
nunca deve perder a fé da cura nem antes durante e depois dos
tratamentos específicos e que o corpo da mulher é o algo tão
precioso e que deve ser algo muito cuidado.
O
câncer atinge mais mulheres de 40 anos como já ti amos abordado
antes mais a palesta teve um alto públicos de mulheres jovens entre
18 e 38 anos exemplo disto é a estudante de biologia Rita de Cassia
Ferreira que diz que a campanha é importante para todo tipo de
mulher porque ela também tem uma mãe que esta no grupo de risco
.Depois das palestra a empresaria realizadora do evento agradeceu
todos publico presente distribuindo blinde servindo lanche e o
Boticário tando o tapa no visual das mulheres tendo o objetivo de
levantar o alto estima de quem tem ou não tem o câncer de mama .
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